No ventre da árvore um pássaro chora.
Chora amparo e respira lágrimas.
Quando voa emplumado de folhas,
É silêncio que voa...
Silêncio que não é de árvore nem pássaro.
Que não é de fruto que cai, nem de asa que pousa,
mas de lágrimas deixadas no ninho.