segunda-feira, 24 de novembro de 2014

| Pedro Sá |







No ventre da árvore um pássaro chora.

Chora amparo e respira lágrimas.


Quando voa emplumado de folhas,

É silêncio que voa...


Silêncio que não é de árvore nem pássaro.

Que não é de fruto que cai, nem de asa que pousa,

 mas de lágrimas deixadas no ninho.