terça-feira, 28 de outubro de 2014

| Marcos Cesário |

14 de outubro de 2014










Perguntei a ela, o que ela via quando olhava, assim, calada, pela janela do nosso quarto...

Naquele dia, ela me disse que estava vendo, já cansada, o que podia ver: daquele nosso presente sem futuro...

Só hoje, só agora, por falta de tantas outras respostas, por falta de amor: é que chamamos tudo aquilo que vivemos, de passado.