14 de outubro de 2014
Perguntei a ela, o que ela via quando olhava, assim, calada, pela janela do nosso quarto...
Naquele dia, ela me disse que estava vendo, já cansada, o que podia ver: daquele nosso presente sem futuro...
Só hoje, só agora, por falta de tantas outras respostas, por falta de amor: é que chamamos tudo aquilo que vivemos, de passado.
