| 20 de janeiro de 2015 |
As cidades desertas
São sombrias as cidades as ruas as praças as fontes
até a sua beleza secreta
quando não estás sentada no mu regaço
de arquiteto a traçar o risco do horizonte
são desertos as cidades as histórias as pessoas as memórias
até os amores que (se) escondem (n)as cidades
quando não tenho a tua mão firme
acendendo luzes nas vielas do meu pranto