terça-feira, 22 de julho de 2014

| Pedro Sá |

08 de julho de 2014




A dor sem memória




Como é triste saber que a tua janela não se abriu...
O dia que alçou voo do meu peito
não achou pouso em tua manhã.


Agora voa para além de nós...
E só o vento lhe segue
enquanto vai desfazendo
para longe o seu céu.