terça-feira, 31 de março de 2015

| Pedro Sá |

17  de março de 2015





Choro



De meu olhar vaza muita tristeza,
mas quando o choro é de alegria
prendo as águas para que não
se percam no deslize do rosto,
Quero que me lavem por dentro,
que molhem o bem fundo de mim,
e agitem as águas estancadas
pelo peso das tristezas
que não sabem chegar ao  meu olhar.