sábado, 28 de março de 2015

| Marcos Cesário |

| 17 de março de 2015 | 



Álvaro: amortecendo a saudade...








Álvaro, ontem, relendo um livro, encontrei um dos seus, só seus, prosopoemas entre as páginas do livro. Álvaro, Biro, carinha, já faz quatro meses que você morreu, e, como não ler isto sem uma espécie de dor consoladora?

“Amortecedor
A morte
A mortece
Dor”

Álvaro: estas suas, tão suas, palavras: amorteceram um pouco a falta de teu abraço em meu abraço, a falta de teu riso em minha melancolia, amorteceu um pouco da saudade de teu olhar, do teu amor.