Uma vez um amigo me deu de presente a xérox de uma crônica de Martha Medeiros, intitulada “Pessoas habitadas” e me disse que eu era assim, uma pessoa habitada...
Esse mesmo amigo me disse, um tempo depois, que uma pessoa habitada era como uma Mariposa e foi aí que decidi conhecer melhor as Mariposas. Minha primeira descoberta foi que elas geralmente pousam com as asas abertas sobre o corpo, como o telhado de uma casa.
Antes eu só pensava em como voar, mas depois que aprendi mais sobre as Mariposas, compreendi que saber pousar é tão importante como saber voar e que pessoas habitadas são aquelas que sabem a hora certa de voar e sabem principalmente transformar suas asas em abrigo...