terça-feira, 4 de março de 2014
| Pedro Sá |
Desperto
Desperto e contemplo teu corpo anoitecido.
Entre as paredes nubladas do quarto,
tua pele sonha um cheiro leve
de chuva clara.
Nas janelas as cortinas balançam
numa satisfação inquieta
E toco em teu corpo
a pele de minhas verdades.
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