terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

| Marcos Cesário |

7 de fevereiro de 2014









Quanto mais penso no amor, em quem amei, em quem amo, fica cada vez mais claro que pouco sei do amor. Porque o amor é exatamente não saber muito bem porque se ama e como se ama...

É por isto que todo amor repete quase as mesmas falhas, quase as mesmas inconstâncias. O amor é quase sempre uma surpresa cheia de repetições. Quase sempre.

Acho que foi isto que Nélida Piñon quis dizer a si mesma quando nos disse: "Pouco sei do coração. Ele tem asas de voa para longe".