terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

| Marcos Cesário |

25 de fevereiro de 2014








Ninguém que conhece ou conheceu Phineias fala dele sem rir ao lembrar de qualquer uma de suas imitações, de suas caricaturas. Phineias é um daqueles tipos raros que usam a brincadeira, as piadas para falar algo que ele sente ou pressente uma mania ou  um desvio ruim nas atitudes, no olhar e na  personalidade de alguém...

Phineias não precisou ler Octavio Paz para saber que se pode fazer pensar pelos risos e fazer rir pelos seus pensamentos. E pode mesmo.

Phineias, eu já soube que você acabou de adquirir alguns livros de Nietzsche, e Nietzsche acredita num deus que ri... Isso quer dizer que o próprio Nietzsche, há alguns séculos, já concordava com você: “Não é com raiva, mas com riso que se mata”... O quê? O ódio, a mediocridade, a estupidez...

Eu mesmo, Phineias, ando aprendendo a reaprender a rir; e rir e fazer rir podem ser uma entrada e uma justa saída do olhar que se esforça para ver...

Phineias, obrigado por abrir certas partes dos nossos rostos com certas partes do seu riso.